Pintura Orgánica de Fernando Ureña Rib

 

 

CANDIDO PORTINARI

EMILIANO DI CAVALCANTI

JOSÉ RESENDE

TARSILA DO AMARAL

JOSÉ RESENDE

 

 

UREÑA RIB

 

ADA BALCÁCER

ALBERTO BASS

AMABLE STERLING

AMAYA SALAZAR

ANTONIO GUADALUPE

ANTONIO PRATS VENTÓS

AQUILES AZAR

AURELIO GRISANTY

BELKIS RAMÍREZ

BISMARK VICTORIA

CÁNDIDO BIDÓ

CLARA LEDESMA

CARLOS HINOJOSA

DANILO DE LOS SANTOS

DARÍO SURO

DOMINGO LIZ

DIONISIO BLANCO

DUSTIN MUÑOZ

ELSA NUÑEZ

ELIGIO PICHARDO

ELVIS AVILÉS

ELIU ALMONTE

FABIO DOMÍNGUEZ

GASPAR MARIO CRUZ

HILARIO OLIVO

INÉS TOLENTINO

IVAN TOVAR

JAIME COLSON

JOSE FELIX MOYA

JOSÉ PERDOMO

JOSÉ RAMIREZ CONDE

JOSÉ RINCÓN MORA

JUAN MAYI

JOSEP GAUSACHS

JORGE SEVERINO

FERNANDO VARELA

FERNANDO UREÑA RIB

FERNANDO PEÑA DEFILLÓ

LUIS MARTÍNEZ RICHIEZ

MANOLO PASCUAL

ORLANDO MENICUCCI

PAUL GIUDICELLI

RAÚL RECIO

ROSA TAVAREZ

SILVANO LORA

QUISQUEYA HENRÍQUEZ

SOUCY DE PELLERANO

TONY CAPELLAN

VICENTE PIMENTEL

 

 
 
ARTE BRASILEIRA

 

CÁNDIDO PORTINARI

EN LA FUNDACIÓN PROA

FERNANDO UREÑA RIB

 

 

 

Candido Portinari nasce numa fazenda de café, em Brodowski, São Paulo, no dia 29 de dezembro.

 

 

 

En la pintura de Brasil sobresale la figura de Cándido Portinari, quizás porque supo, como ningún otro pintor de su inmenso país, trasladar a sus telas el llanto y el dolor de su pueblo. Ese acercamiento y comunicación hizo que los brasileños se entusiasmaran, identificándose de inmediato, con esas imágenes simples y poderosas del hombre campesino.

Portinari no se aleja nunca del corazón de su gente, de los niños, de los marginados. Propone una pintura que expresa el sentimiento colectivo, el espíritu, la angustia existencial y las llanas alegrías o pesares del hombre común.

Portinari pinta sus temas humanos y sociales de manera resuelta, sin miedos ni ataduras, en un medio donde la violencia define muchas veces los parámetros de convivencia, y la existencia misma.

Cándido Portinari se encuentra entre los grandes de Latinoamérica y del mundo.

 

Fernando Ureña Rib

Julio 2004
EXPOSICION PORTINARI





Fundación Proa presenta a partir del 20 de julio y hasta el 5 de septiembre la “Exposición Portinari”. La exhibición integra el Centenario Portinari-Argentina y reúne un destacado conjunto de obras del artista brasileño Candido Portinari (1903-1962) pertenencientes a colecciones públicas y privadas de Brasil y Argentina.

La muestra está articulada en cuatro módulos que dan cuenta de los diversos aspectos de su producción artística: lo social, lo brasileño, lo Universal y su producción en Buenos Aires y Montevideo. Este último módulo está centrado en la proyección de la obra de Portinari en Sudamérica, destacándose especialmente su exposición en el Salón Peuser de Buenos Aires en 1947 y la conferencia “El sentido social del Arte” que dicta en Buenos Aires y Montevideo, en 1947 y 1948 respectivamente.

Al conjunto de obras expuesto, se suman documentos y fotografías que muestran los vínculos que estableció el artista con el campo intelectual rioplatense.
Paralelamente a la exhibición se desarrollará un programa educativo para jardines, colegios y estudiantes terciarios y un activo programa de visitas guíadas para el público en general.

Organizada conjuntamente por el Proyecto Portinari (Brasil), la Fundación Centro de Estudos Brasileiros (Argentina) y la Fundación Proa y con el apoyo institucional de la Embajada de Brasil en Buenos Aires y el patrocinio de Petrobras, esta valiosa exposición intenta fortalecer el intercambio cultural entre Brasil y Argentina.

Inauguración: 20 de julio 2004.
Organización: Proyecto Portinari (Brasil), la Fundación Centro de Estudos Brasileiros (Argentina), Fundación Proa.
 

Auspicio: Embajada de Brasil en Buenos Aires
Patrocinio: Petrobras
Dirección: Av. Pedro de Mendoza 1929 - La Boca Buenos Aires - Tel/fax: (54-11) 4303-0909
Email:
info@proa.org




 

 

Cândido Portinari

Estudou pintura na Escola Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro. Em 1928 ganhou um prêmio de viagem e partiu para a Europa, renovando sua pintura a partir de então. Em 1935 recebeu premiação pela tela "Café" na mostra anual do Carnegie Institute de Pittsburgh. Dedicou-se cada vez mais à criação de murais - na sua maioria encomendados pelo governo brasileiro.

A produção de Portinari foi muitas vezes comparada a dos muralistas mexicanos, não só quanto ao suporte, mas também pela temática - o interesse pela questão social, a narração eloqüente e a monumentalidade. Em suas obras, os retirantes nordestinos, os trabalhadores rurais de membros deformados, os tons de marrom e os de roxo dos campos cultivados, expressam a força da terra. A partir de 1944 passou a abordar também temas de sua infância no interior paulista.

Em 1948 sofreu influências abstratas e, na década de 50, pintou a série dos cangaceiros, de cores mais intensas. A viagem que realizou em 1956 a Israel transformou sua pintura. Usou seu traçado firme para concretizar formas mais compactas e agressivas.
1903
 

Candido Portinari nasce numa fazenda de café, em Brodowski, São Paulo, no dia 29 de dezembro.
Seus pais foram os imigrantes italianos Batista Portinari e Domênica Torquato, que tiveram 12 filhos.
"Nasci numa fazenda de café. Meus pais trabalhavam na terra... Mudaram-se da fazenda Santa Rosa para a estação de Brodósqui - onde não havia ainda povoado; eu devia ter dois anos de idade.


No local viviam com meus pais minha vó paterna, um tio e uma tia ambos irmãos de meu pai. Lembro-me vagamente da casa e do armazém; havia um quarto cheio de melancias e de caixa de vinho do Porto. Estas caixas vinham sempre com surpresa. Grande foi minha alegria quando numa veio um pequeno canivete com cabo de madrepérola." (Paris, 29 de novembro de 1957)

1909
O menino começa a desenhar.

1912
Participa, durante vários meses, dos trabalhos de restauração da Igreja de Brodowski, ajudando os pintores italianos a "Dipingere Le Stelle".
Mais tarde, auxilia um escultor frentista.

"O vigário João Rulli desejava encomendar uma porteira e não se entendiam, peguei um papel e desenhei a porteira. O padre ficou olhando para mim e disse: _ Amanhã chegará o frentista para ornamentar a fachada da nova igreja. Você deve ir vê-lo e aprender. Ricardo Luini era o nome do meu escultor. (...) Quando terminou, deu-me uma prata de dois mil réis e uma viagem a Ribeirão Preto. Pessoa muito boa. "
(Retalhos de minha vida de infância)

1914
A partir de uma carteira de cigarros, Portinari faz a lápis um retrato do músico Carlos Gomes.
A família guarda o desenho.

1918
Viaja para o Rio de Janeiro. Tem aulas de desenho no Liceu de Artes e Ofícios. Matricula-se na Escola Nacional de Belas Artes, na qual estuda desenho e pintura. Seus professores foram Amoedo, Batista da Costa, Lucílio Albuquerque e Carlos Chambeland.

"Quanto mais próxima a partida mais aflito ficava. Olhava o chão, as plantas, os animais, as aves e aquela luz... Parecia que nunca mais iria ver tudo aquilo que era parte de mim mesmo. Quantas lágrimas derramei às escondidas. Vi e revi mil vezes todos os recantos. Saudade incontida do que ficava. (...)

Procurava ensaiar para não ser traído pela emoção. Ia à casa de minha vó, trocava duas palavras e saía vencido, qual , não era possível. Voltava para casa, falava com minha mãe e sentia-me impossibilitado de dizer palavras. Não poderia despedir-me.

Preferia não ir mas necessitava ir, estava na idade. O sol, a lua, as estrelas, as águas do rio, o vento, tudo ficaria lá e eu encontraria o escuro."


Paris, setembro de 1958



 




 

 

ARTE BRASILEIRO

 

FERNANDO UREÑA RIB

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