Pintura Orgánica de Fernando Ureña Rib

PINTURAS Y ESCULTURAS

FERNANDO UREÑA RIB

OBRA PICTÓRICA

Ureña Rib

FERNANDO UREÑA

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EXPOSIÇÃOS DE GRUPO

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LÚDICA

ERICK ALLEN FALA DE UREÑA RIB

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LÚDICA

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LA INICIACIÓN

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MALENANORADA

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LA TOSCANA

LA PUTANA DE PERPIGNAN

LA TORRE VIGILADA

LA SOLUCIÓN EN EL OMBLIGO

LA VENUS DE TABOGA

LA SALAMANDRA

VIENTOS DEL NORTE

LA VINDICACIÓN DE OMAR

EL ABRAZO

 


 
 

ARTE BRASILEIRO

 

SUBLIME TRASCENDENCIA DE LO POPULAR EN

ALFREDO VOLPI

FERNANDO UREÑA RIB

 

Alfredo Volpi, maestro brasileiro de la pintura

 

 

La obra de Alfredo Volpi se desarrolla desde humildes principios, desde aplicaciones básicas de la pintura a muros de escayola, Volpi alcanza niveles poéticos insospechados en sus lienzos, que no dejan de mostrar el sabor aciago de sus días juveniles como emigrante italiano.

El provenía de Lucca, en Toscana, una ciudad bordeada de grandes muros y que encierra grandes tesoros artísticos. Eso sería, sin embargo, apenas una memoria de familia, un recuerdo visual trasegado en relatos maternos.

En la colección Cisneros se destaca sin embargo ese interés de Volpi por los temas propios de su amado Sau Paulo. Ciudad que creció con él, desmesuradamente y a la que conserva en sus lienzos con una ternura casi paternal.

En el arte de Alfredo Volpi se combinan armoniosamente abstracción brasileña y la cultura popular. En sus obras, Volpi incorporó motivos geométricos como banderas, puertas y fachadas de modestos edificios de su entorno en São Paulo.

Fernando Ureña Rib

 

Alfredo Volpi (1896-1988)


 

Alfredo Volpi nasceu em Lucca, na Itália, em 1896.
Filho de imigrantes, chegou ao Brasil com pouco mais de um ano de idade. Foi decorador de paredes. Aos 16 anos pintava frisos, florões e painéis. Sempre valorizou o trabalho artesanal, construindo suas próprias telas, pincéis. As tintas eram feitas com pigmentos naturais, usando a técnica de têmpera.
Foi um auto didata. Sua evolução foi natural, tendo chegado à abstração por caminhos próprios, trabalhando e dedicando-se a essa descoberta. Nunca acreditou em inspiração.


Alfredo Volpi não participou dos movimentos modernistas da década de 20, apoiados pela elite brasileira. Manteve-se à parte desses grupos. Não teve acesso aos mestres europeus, como era comum na época.


Formou, na década de 30, o Grupo Santa Helena que com outros pintores,- Rebolo, Graciano, Zanini, Bonadei, Pennacchi,- constituiram um trabalho voltado para a pesquisa, desenvolvimento de técnicas apuradas e observação.
Na década de 40, através das paisagens de Itanhaém, seu novo caminho pictórico começou a se mostrar. Abandonou a perspectiva tradicional, simplificou e geometrizou as formas. Mais tarde, chegou à abstração. Após seu encontro com o pintor italiano Ernesto De Fiori, seus gestos ficaram mais livres, dinâmicos e expressivos. A cor, mais vibrante.


Nos anos 50, as bandeirinhas das festas juninas, de Mogi das Cruzes, integraram-se às suas fachadas. Posteriormente, destacou-as do seu contexto original. A partir da década de 60, suas pinturas são jogos formais: todos os temas são deixados de lado e as bandeirinhas passaram a ser signos, formas geométricas compondo ritmos coloridos e iluminados
Volpi morreu aos 92 anos, em 1988, em São Paulo.

 


Pintor nascido em Lucca, Itália. Veio com a família ao Brasil, fixando-se em São Paulo. Exerceu vários ofícios, inclusive o de decorador de interiores. Em 1914 executa sua primeira obra. Sua pintura caracteriza-se, até 1930, pela aproximação naturalista das formas e cores, resolvidas de maneira impressionista ou expressionista. Em 1925 inicia sua participação em mostras coletivas.

Conhece Mário Zanini em 1927, sobre quem exerceu grande influência. Na década seguinte aproxima-se do Grupo Santa Helena. conheceu Ernesto de Fiori, que iria influenciá-lo de maneira decisiva. Desenvolve a partir de então um cromatismo mais vívido, em detrimento da textura, quase translúcida.

Participa em 1938 do Salão de Maio e da I Exposição da Família Artística Paulista, ambos em SP. Em 1939, após visita a Itanhaém, inicia série de marinhas. Participa do VII Salão Paulista de Belas-Artes em 1940. Em 1941, do XLVII Salão Nacional de Belas-Artes do Rio de Janeiro, da I Exposição do Osirarte e do I Salão de Arte da Feira Nacional de Indústrias, em São Paulo. Faz sua primeira individual em sala alugada, na cidade de São Paulo. Em 1950 volta a Itália na companhia de Osir e Zanini. Seduz-se com a arte dos góticos, principalmente Giotto. Substitui, nesse período, gradativamente o óleo pela têmpera. Inicia, também, uma fase construtivista, que compreende um período estático, com fachadas e casas abstraídas, seguido a uma fase construtivista, que se transforma nos anos 60, em esquemas óticos e vibráteis puramente cromáticos, das bandeirinhas e fitas.

Ganha, em 53, o prêmio da II Bienal Internacional de São Paulo, com o qual adquire fama. Os geométricos paulistas o apontam como seu precursor. Participa da XXVII Bienal de Veneza. Em 1956-57 participa da I Exposição Nacional de Arte Concreta. Em 1957 tem sua primeira retrospectiva, no MAM - Rio. Em 1975, no MAM - SP e em 1976 no MAC - Campinas. Em 1980, a galeria A Ponte, em São Paulo, faz a exposição retrospectiva Volpi/As Pequenas Grandes Obras/ Três Décadas de Pintura.

Em 1984 participa da mostra Tradição e Ruptura, Síntese de Arte e Cultura Brasileiras, da Fundação Bienal. Em seu aniversário de 90 anos, o MAM-SP faz a exposição Volpi 90 Anos. Morre em 1988, em São Paulo. Em 1993 a Pinacoteca do Estado de São Paulo expõe Volpi - projetos e estudos em retrospectiva, Décadas de 40-70. Em Bienais, participou da I, II (Prêmio dePintura Nacional), III, IV (Sala Especial) e XV. Participa da mostra Bienal Brasil Século XX, na Fundação Bienal.

Fonte: Aguilar, Nelson (org.).Catálogo Bienal Brasil Século XX. SP, Fundação Bienal, 1994.


 

 

Although he was born in Italy, which he left before he was two years old, Volpi is one of the most important Brazilian artists of the century. Above all he was an original, who invented his own pictorial language, something very rare in the art produced in Third World countries, where culture is nearly always indebted to international models. In contrast to Tarsila do Amaral, Di Cavalcanti and Portinari, who show genuine stylistic similarities to Leger and Picasso, Volpi's painting is not like anyone else's in the world. It is sometimes possible to detect a poetic atmosphere not unlike that of the paintings of Paul Klee - but without formal similarities.

Although he was of the same generation as the modernists, Volpi did not take part in Modern Art Week in 1922. He was excluded from it primarily by a question of social class, being a humble immigrant who was fighting strenuously for survival at the time when the intellectuals and rich patrons were organising it. He was a simple painter / decorator who painted the friezes and decorative plasterwork which were common enough in the great houses of the time. This fact is of symbolic importance and shows that Volpi's career was always independent of any movement, trend or ideology.

Volpi was self-taught and as a young man started to produce modest little naturalist paintings, in which an impressionist touch can sometimes be seen. In the 1930s, his painting took on a distinctly popular flavour - although, paradoxically, it always remains concise, without the least tendency towards prolixity or rhetoric. And the 1940s mark his decisive evolution towards non-representational art, independent of perceived reality.

In his studio Volpi began to work from his imagination and produced seascapes and landscapes which were more and more divested of representation and ended by becoming totally geometric constructions - the so-called "façades". It is as if by himself he retraced the entire historical path of modernity from Cézanne to Mondrian. His language is in no way similar to the language of these masters, but his objective is the same: to liberate himself from narrative painting and construct an autonomous pictorial reality. Every canvas during this period seems to grow out of the previous one in a continuous linear process. Through these landscapes, which during the 1950s transformed themselves into facades, Volpi arrived in 1956 at geometric abstract painting - but not because he was following fashion and had become controversial, but as an inexorable result of his own evolution.

The rigorously abstract phase was short. From the 1960s onwards Volpi achieved a unique synthesis between figurative and abstract art. His paintings can be interpreted figuratively (the "facades", the famous "little flags"), but they are essentially mere structures made up of "line, shape and colour", as he himself always insisted.

The synthesis he achieved between his humble background and his highly sophisticated output was unprecedented, and he also succeeded in reconciling 'Brazilian-ness' and universality. It might be said that the aesthetic objectives pursued by Tarsila do Amaral and developed by Rubem Valentim were only fully realised by Volpi, but in an extraordinarily intuitive, non-intellectual, manner.


by Olívio Tavares de Araújo

 

 

ARTE BRASILEIRO

ALFREDO VOLPI

CANDIDO PORTINARI

EMILIANO DI CAVALCANTI

JOSÉ RESENDE

TARSILA DO AMARAL

Aldemir Martins, Aguinaldo Camorim, Alex Cerveny, Alexander Calder, Alfredo Volpi, Alice Brill, Aldo Bonadei, Aloysio Zaluar, Amilcar de Castro, Ana Goldberger, Angelo de Aquino, Anita Malfatti, Antonio Bandeira, Antonio Dias, Antonio Gomide, Antonio Henrique Amaral, Antonio Helio Cabral, Antonio Maluf, Antonio Manuel, Antônio Parreiras, Antonio Poteiro, Arcangelo Ianelli, Arnaldo Ferrari , Arthur Piza, Arthur Timotheo,  , Beatriz Milhazes, Benedito Calixto, Bianco, Bruno Giorgi, Burle Marx , Candido Portinari, Carlos Araújo, Carlos Scliar, Cícero Dias, Chang Daí Chien, Claudio Tozzi, Clodomiro Amazonas, Clóvis Graciano , Daniel Carranza, Daniel Senise, Darel Valença, Dario Mecatti, Di Cavalcanti, Di Prete, Djanira , Edgar Oehlmeyer, Eduardo Sued, Emanoel Araujo, Ernesto de Fiori, Escola Cusquenha , Fang, Farnese de Andrade, Firmin-Girard,  Marie-F., Flávio de Carvalho, Flavio Shiró, Francisco Brennand, Francisco Rebolo, Frans Krajcberg, Fulvio Pennacchi , Georges Mathieu, Geraldo de Barros, Granato, Gregório Gruber, Gustavo Rosa, Guignard,  Alberto , Hector Carybé, Hélio Oiticica, Henrique Boese, Hércules Barsotti, Hermelindo Fiaminghi , Iberê Camargo, Inimá de Paula, Inos Corradin, Ismael Nery, Ivan Freitas, Ivan Serpa , J. Lazerges, João Alves, João Batista Bordon, João Câmara, John Graz, Jorge Mori, Jose Antonio da Silva, José Guimarães, José Pancetti, José Roberto Aguilar, Judith Lauand, Juarez Machado , Kaminagai , Lasar Segall, Le Corbusier, Leon Ferrari, Leonilson, Lin Fengmian, Lívio Abramo, Lygia Clark, Lothar Charoux, Louis Icart , Manabu Mabe, Manoel Cargaleiro, Marcelo Grassmann, Maria Bonomi, Maria Leontina, Maria Polo, Mario Gruber, Mario Sironi, Mário Zanini, Massimo Campigli, Maurício N. Lima, Milton Dacosta, Mira Schendel , Nelson Leirner, Newton Mesquita, Noemia Mourao , Octávio Araújo, Omar Rayo, Orlando Teruz, Oscar Pereira da Silva, Oscar Niemeyer , Paulo Rossi Osir, Pedro Alexandrino , Raimundo de Oliveira, Regina Silveira, Renato Meziat, Reuven Rubin , Reynaldo Fonseca, Roberto Magalhães, Rodolfo Amoedo, Rosina Becker, Rubem Valentim, Rubens Gerchman,  , Samson Flexor, Sendin, Sergio Camargo, Sérgio Ferro, Sérgio Millet, Siron Franco, Sonia Ebling, Sonya Grassmann, Stockinger, Sylvio Pinto  , Tarsila do Amaral, Tikashi Fukushima, Tito de Alencastro, Thomaz Ianelli, Thomaz Santa Rosa, Tomie Ohtake, Tran Tho  , Ubirajara Ribeiro, Unkoku School  , Vicente do Rego Monteiro, Victor Brecheret, Vik Muniz, Vitor Campanella  , Wakabayashi, Waltércio Caldas, Wega Nery, Wesley Duke Lee, Willys de Castro  , Yolanda Mohalyi, Yoshiya Takaoka, Yozo Hamagushi , Zhang Daqian,

 

 

Ureña Rib has seen his work exhibited around the World and holds a prominent position on the Art scene in his own country, but he admits to be particularly drawn to Montreal, which he visits annually. Renting a studio in the downtown Belgo Building, he immerses himself enthusiastically in the creative and diverse atmosphere of Montreal producing here his works.

FERNANDO URENA RIB

ART STUDIO

 

 

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Revisado: April 30, 2013
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